Hoje venho compartilhar uma novidade, que algumas de vocês podem ainda não estar sabendo: um novo parque temático trará “o mundo dos animais pré-históricos” a Campinas (bem pertinho de nós que estamos em Pira, né? rsrss)!

O parque está em fase final de construção e ficará na área externa do Parque D. Pedro Shopping. A previsão é que seja aberto ainda em junho, ou seja: fica a dica de programação com as crianças para as férias de julho!

O T-Rex Park proporcionará uma incrível “viagem no tempo”, indo diretamente para a era pré-histórica, onde estão os dinossauros que emitem sons e se movimentam. Com certeza os pequenos (e acho que os adultos também rsrsrs) ficarão encantados!

Num espaço de 7 mil metros quadrados, estarão disponíveis montanha russa, skyloop e uma roda gigante com um Tiranossauro Rex com 12 metros de altura (um dos maiores da América Latina), entre outras atrações, além de praça de alimentação e shows com personagens exclusivos.



Acho que será o máximo!! Com certeza vou visitar em julho!


Saber que está grávida é uma notícia maravilhosa, ainda mais quando a gente já é mãe de uma criança e sabe o quanto a maternidade nos proporciona alegrias, muito amor e aprendizados! Porém, é fato que tomar a decisão pela segunda gravidez pode nos trazer também algumas dúvidas e até medos.

Tenho lido vários relatos de mães que sentiram medo de não amarem o segundo filho da mesma forma como amam o primeiro. E percebi que também passei por isso, assim como acredito que muitas de vocês que estão lendo este artigo também passaram! 

Afinal, esse tipo de sentimento é mais comum do que possamos imaginar e tem certa “explicação”... Vou compartilhar o que pesquisei sobre o assunto com vocês!

A primeira gravidez, claro, é inesquecível, cheia de descobertas e muitas expectativas! E, muitas vezes, o amor que a mãe dedica ao primeiro filho é tão intenso que ela sente que não há nada mais importante no mundo do que aquela criança e que ela nunca seria capaz de sentir isso por outro ser novamente!

Mas, é fato que a maioria das mulheres, com medo de não ser compreendida, não assume isso, afinal, a ideia de se amar um filho (seja ele primeiro, segundo ou terceiro...) é tão natural que, expor uma dúvida neste sentido, parece um “grande absurdo” e pode gerar muitos “julgamentos”!

De forma geral, este tipo de sentimento aparece antes da segunda gravidez, quando se está pensando na possibilidade de engravidar. Para mim, pelo menos, foi assim. E é bom saber que ele vai perdendo “força” especialmente quando a notícia da segunda gravidez chega! 

Li alguns relatos de mãe que disseram que esse “medo” ainda existia no primeiro trimestre da gestação... Mas que ele foi perdendo “força” conforme o tempo passou e a segunda gravidez avançou bem... No segundo trimestre, por exemplo, geralmente a mulher e a família já começam a atribuir características ao bebê, já sabem o sexo dele, já definem ou pensam no nome que ele terá etc... E tudo isso, por mais simples que pareça, facilita muito o processo de aproximação com este novo filho e a construção deste “novo amor”.

Acredito, aliás, que a ideia seja exatamente esta: lembrar que o novo filho será “um novo amor”, e nunca a “divisão” de um sentimento ou algo que vai faltar ao filho mais velho.

De toda forma, meu “conselho” às mulheres que estão passando por isso é: compartilhe este sentimento sem medo de ser julgada por isso! Lembre-se que você não é a única, e falar sobre este “medo” é o melhor caminho... Não hesite em procurar ajuda profissional, se for o caso! Afinal, a gestação (independentemente de ser a primeira, segunda, terceira) mexe muito com a gente, e não devemos “acumular preocupações”, mas, sim, tentarmos vivá-la da melhor maneira! 

E você, teve alguma experiência neste sentido? Compartilhe conosco!


Hoje, queremos compartilhar com vocês as fotos do 2º Encontro de Mães do Blog Mundo Mãe, que aconteceu no último dia 24 de maio, e foi um verdadeiro sucesso e um evento muitíssimo importante para nós! 

Só temos que agradecer a todos os patrocinadores e apoiadores que apostaram em nós e nos ajudaram a tornar possível a segunda edição deste evento – que tem como objetivo principal proporcionar momentos de reflexão sobre os mais variados assuntos relacionados à maternidade, a troca de experiências e a criação de novas amizades e contatos profissionais. 

E, claro, queremos agradecer de forma especial todas as mães que prestigiaram o evento, que possibilitaram, assim, que ele ocorresse exatamente como planejamos! Estamos muito felizes com todo o feedback positivo que recebemos (e continuamos recebendo), e isso nos motiva a continuar planejando mais e mais, com o objetivo de oferecer eventos cada vez mais completos para este público que nos acolhe tão bem!

O 2º Encontro de Mães aconteceu no Mterranee e reuniu cerca de 120 mães que assistiram à palestra da Alessandra Netti, com o tema "Cumplicidade entre mãe e filhos para a chegada da adolescência", e tiveram a oportunidade de conhecer diversos produtos e serviços de qualidade relacionados ao universo infantil e feminino. 

Para nós, é extremamente prazeroso levar conteúdo de qualidade para as mães que, no exercício da maternidade, passam constantemente por dúvidas, inseguranças... Por isso, apostamos desde o início: que realizar eventos deste tipo seria fundamental para que elas pudessem se informar de uma maneira leve e agradável, pudessem conhecer novas marcas, pessoas e serviços!

Para quem não pode ir ao segundo encontro, a boa notícia é que o 3º Encontro de Mães já tem data marcada e acontecerá em dois dias: 28 e 29 de outubro com uma grande estrutura e muitas novidades! 

Contamos com o apoio de todas as pessoas que participaram desta segunda edição para divulgar e participar do 3º Encontro de Mães e nos comprometemos a fazer um evento ainda melhor, muito mais completo!!





































Esta semana vi uma reportagem muito interessante aqui na internet, que me chamou muito a atenção e, por isso, achei que deveria compartilhar com vocês! Mostrava uma “experiência” feita em uma escola de Curitiba: 2 frascos que tinham a mesma quantidade de arroz cozido foram vedados por 60 dias e armazenados no mesmo local... A única diferença entre eles foram as palavras que foram direcionadas a cada um dos frascos.

Para um deles, os alunos disseram coisas como: “você não consegue”, “seu feio”, “seu burro”, “não sou mais seu amigo”...

Para o outro frasco, foram incentivados a dizer: “eu gosto de você”, “você é um anjo”, “você consegue”, “eu sou seu amigo”...

O mais impressionante é que o arroz dentro do frasco que recebeu as palavras negativas apodreceu; já o vidro com as palavras positivas conservou o arroz!

O objetivo do experimento não foi entender exatamente o que aconteceu com o arroz, mas, sim, se aproveitar da importante mensagem que conseguiu transmitir!

A iniciativa foi de uma professora que notou que, em determinada faixa etária, os alunos acabam gerando certo “conflito de gênero” – quando meninas não querem mais ser amigas dos meninos e vice-versa. E, muitas vezes, por isso, acabam se ofendendo (“você é um chato”, “você é um burro”, “você não é capaz” etc.).

Esses comportamentos entre as crianças acabaram acendendo na professora uma questão para poder trabalhar com eles: de que as palavras que lançam uns contra os outros, e até mesmo para si, têm bastante interferência na vida de cada um deles.

O resultado, segundo a professora, já serviu para melhorar o comportamento das crianças, que têm tomado mais cuidado em relação às coisas que falam uns para os outros e, também, sobre o que falam deles mesmos.

Entenderam que sempre é melhor falar coisas boas um para os outros; pois,falar coisas ruins magoa, interfere diretamente (e negativamente) na vida do outro.

É muito importante pensar que é na idade escolar que as crianças começam a desenvolver as principais características que vão acompanha-las pelo resto da vida. Não por acaso, os neurologistas costumam dizer que o cérebro de uma criança funciona como “uma esponjinha”, pois “tudo que é apresentado, é absorvido”!

Então, que sejam apresentadas coisas boas, né?! 



É muito importante ensinarmos nossos filhos a tratarem as outras crianças bem, a fazerem amizade, se respeitarem e se elogiarem! E, claro, evitarem as palavras negativas quando se referirem ou se direcionarem ao próximo!


Já no clima do Dia das Mães, hoje trago ao blog uma abordagem um pouco “diferente” sobre a relação mãe e filho. 

É fato – e não é nenhuma novidade – e que o papel da mãe na vida de um filho é fundamental desde o início da vida uterina. Mas você já parou para refletir que, em cada fase, as mães são as responsáveis pelos sentimentos mais puros que transmitem aos pequenos e que, isso, consequentemente, influencia na personalidade dos filhos na vida adulta?!

Hilda Medeiros, coach e terapeuta, comenta que, desde o momento em que fomos gerados, recebemos impressões, sentimentos e sensações de nossas mães. “Esses registros podem estar repletos do néctar do amor ou da falta dele. Em ambos os casos deixará marcas, como uma impressão digital”, diz.

“Durante a gestação, o bebê recebe todos os estímulos advindos da mãe: sensação de alegria, de amor, confiança, mas também de angústia, tristeza e medo. Todos esses sentimentos e emoções são captados em forma de estímulos que, no futuro, influenciarão o indivíduo. Não é possível ter lembranças das experiências vivenciadas no ventre, porém, pesquisas afirmam que guardamos essas impressões em forma de registros inconscientes, que podem ser positivos ou negativos”, destaca a terapeuta.

Num exemplo positivo: o bebê que se sentiu amado tende a ser uma criança e um adulto confiante e com maior capacidade de se relacionar consigo próprio e com o mundo à sua volta. “Na outra medida, a falta de amor pode resultar em um indivíduo carente e inseguro na vida adulta”, comenta Hilda.

Claro que as outras pessoas – o pai, os avós, os irmãos – também exercem influência na vida do bebê, mas a relação mãe e filho é sem dúvida a mais marcante para o desenvolvimento do indivíduo. “A falta de amor e conexão na infância pode resultar em adultos hostis, antissociais, gananciosos, inseguros e arrogantes. Indivíduos totalmente afastados do senso de cooperação e generosidade”, destaca a terapeuta.

“Estudos comprovam que crianças que se sentiram acolhidas e amadas por seus pais tendem a se tornar adultos cooperativos, autoconfiantes, emocionalmente capazes de transmitir a mesma amorosidade recebida. A autoimagem segura e apropriada que se inicia com o amor materno e paterno influenciarão o indivíduo pelo resto da vida. Essa é a base para os laços futuros com os outros seres humanos, com os outros seres vivos e com o sistema ecológico de modo geral”, ressalta a terapeuta e coach.

Encontrar o equilíbrio 

Para Hilda, encontrar equilíbrio entre “estar à disposição” e “ensinar” é justamente a chave de uma educação amorosa e assertiva. “É fundamental estarmos disponíveis, no entanto, é importante estimular a independência e ajudar a criança a desenvolver suas capacidades de fazer, de agir e aprender a solucionar os pequenos problemas”, diz. 

“Quando as mães fazem tudo por seus filhos, ou quando a proteção é excessiva, acabam, por assim dizer, tornando-os dependentes, e isso limita a criatividade e o desenvolvimento – o que, por fim, afetará a própria confiança do indivíduo”, ressalta a terapeuta e coach.

Mas, enfim, como encontrar o equilíbrio entre o “amar incondicionalmente” e a “necessidade de impor limites”, de “corrigir quando necessário”, de “dizer não”?

Hilda explica que, para lidar com nossos filhos, é fundamental que estejamos, sobretudo, em um estado emocional adequado, ou seja, em harmonia e equilíbrio. “Muitas vezes estamos assoberbados ou cansados pela rotina de trabalho, e não temos a clareza e paciência suficientes para se tomar as melhores decisões de como ensinar o melhor caminho para as crianças. Elas aprendem também por modelagem dos pais, ou seja, se os pais apresentam posturas irritadas ou descompensadas, isso afeta no comportamento das crianças”, diz.

Vale reforçar: amar incondicionalmente também significa impor limites. “Não nascemos sabendo o que se pode e o que não se pode fazer. A criança não sabe onde termina sua liberdade e onde começa a do outro. E isso é aprendido. Nos primeiros anos de vida, a criança desenvolve o senso de ‘eu’. O mundo gira em sua volta. Aprender a dividir, a interagir, a socializar-se de modo integrativo, é uma experiência que se aprende, tanto no convívio com outras crianças com a participação dos professores, como no ensinamento transmitido pelos pais”, finaliza Hilda.

Enfim, a reflexão de hoje, já no clima do Dia das Mães, é esta: vamos amar incondicionalmente nossos filhos, mas vamos lembrar que amar é também ensinar, impor limites, dizer não! É ainda dar exemplo! Afinal, um mundo melhor só será possível com mais amor, né? E tenho certeza de que é isso que todos nós queremos para nossos filhos!


Hoje venho compartilhar uma dica bacana para as mamães de Piracicaba: vocês já foram no Kids Park Aventura, espaço montado no Shopping? Ainda não tive a oportunidade de ir, mas pretendo ir neste fim de semana mesmo! 



A atração está montada na praça de eventos norte até o dia 17/05, e é destinada a crianças de 1 a 9 anos. Conta com brincadeiras interativas, como piscina de bolinhas, cenários temáticos camarim fashion e autocenter, carrossel, minilabirinto, cama elástica, brinquedos lúdicos, escorregadores entre outros. A atração também tem monitores para auxiliar as crianças durante o circuito.



Os menores de 2 anos precisam entrar no circuito acompanhados dos pais ou responsáveis, que terão entrada gratuita. A entrada é permitida e gratuita aos demais adultos que quiserem acompanhar os pequenos, independentemente de idade.

A atração funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingos e feriados, das 12h às 21h.

O valor para brincar no espaço é de R$ 20 para 15 minutos e R$ 1 para cada minuto adicional. O pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão de débito/crédito.










Vi as fotos e achei as opções de brincadeiras muito bacanas! Alguém já foi? Me conte o que acharam!