O 3º Encontro de Mães acontece no dia 29 de outubro, com o tema “Nossos filhos, nossa prioridade”, e tem com uma das atrações principais a palestra da Renata Passos, mastercoach de liderança e alta performance.

Renata abordará o tema “Como ajudar seus filhos a serem realmente felizes”, e não tenho dúvidas do quanto esta palestra será importante para nós, mães!

Para que vocês conheçam um pouco mais da nossa palestrante: Renata começou sua carreira de coach com treinamentos de liderança assim que sua primeira filha nasceu. “Criei uma empresa de consultoria para ter mais tempo livre com ela. Isso foi há 16 anos atrás”, conta.

Questionei à Renata: como dar mais liberdade a nossos filhos e mesmo assim direcionar para um bom caminho? “Isso é muito difícil! Mas acredito que o caminho seja deixando que tomem decisões que não têm grande impacto e responsabilizando por tarefas em casa também. Ser presente. Ter presença sem abafar a personalidade e característica de cada um”, responde.

Sobre a palestra no 3º Encontro de Mães, Renata declarou estar superanimada! “Os últimos estudos sobre felicidade e bem-estar foram conduzidos em escolas de ensino médio e apontam as principais competências a serem desenvolvidas para uma vida plena. Muito mais do que sucesso a qualquer custo, podemos influenciar uma geração para que tenha uma vida com mais qualidade”, explica.

E você, já garantiu seu convite para a palestra? Acesse www.sympla.com.br ou adquira nos nossos pontos de venda: Green e Mterranee !





Hoje, 17 de outubro, é celebrado o Dia Nacional da Vacinação. A data foi criada pelo Ministério da Saúde a fim de relembrar a importância da vacina no controle de doenças e na prevenção de epidemias. Acho muito importante destacar esta data e compartilhar com vocês alguns dados que pesquisei.

Com a imunização, diversas doenças já desapareceram e muitas outras estão com números de contaminação bastante reduzidos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), entre 2010 e 2015, 10 milhões de mortes no mundo foram evitadas por conta das vacinas.

Claro que nós, pais, ao ouvirmos falar em vacinação pensamos logo nos nossos pequenos, mas vale lembrar que ela é essencial tanto para as crianças como para os adultos. Então vale a pena conferirmos: será que nós e nossos filhos estamos com todas as vacinas em dia?!

O Ministério da Saúde possui um calendário com todas as vacinas que devem ser tomadas durante a vida. E, no caso das mulheres, durante o período de gestação: https://goo.gl/RcbfWJ . Vale a pena conferir!

No caso das crianças, vale destacar que a vacinação desde os primeiros meses de vida é essencial, visto que a maioria das doenças, que são virais ou bacterianas, possui uma morbidade muito grande. Algumas delas têm impacto maior e sequelas, como o sarampo e a difteria, por exemplo. E a poliomielite também, embora não tenha alta taxa de morte, pode deixar implicações importantes para o resto da vida. Essas doenças e muitas outras podem ser evitadas com a vacina.

É importante refletirmos ainda que a vacinação não é importante somente num aspecto individual. Mas trata-se de uma ação de proteção coletiva, a partir do momento que temos consciência de que uma população desprotegida pode causar a disseminação rápida de uma doença. Em um cenário muito comum, por exemplo: uma criança com catapora vai à escola e pode espalhar a doença entre todos os alunos da sala de aula... Aqueles que não tiverem tomado a vacina, correm grande risco de pegarem catapora. E isso vale, é claro, para outras doenças!

Aqui em Piracicaba meu local de confiança para as vacinações das crianças é, sem dúvidas, o CdVac, comandado pelo pediatra Dr. Paulo Tadeu Falanghe. Trata-se de um moderno centro de imunização e vacinação fundado em 2016 com a missão de tornar acessível a prevenção de alta qualidade a qualquer pessoa.


A Marrie Ometto, autora do Blog Mamãe Plugada, é uma das palestrantes do 3º Encontro de Mães e falará sobre o seu livro “Desapareci ao virar mãe, mas reencontrei-me”.

Entrevistei a Marrie para que vocês, que ainda não a conhecem, saibam um pouco sobre ela e o que podem esperar da palestra!

A Marrie Ometto é piracicabana e economista. É mãe da Clara e preza pela presença e exemplos na educação, mas sem deixar de existir por isso. Ao ser mãe, declara que reaprendeu a ser mulher.

No blog, divide os anseios da mulher pós-maternidade, como profissão, beleza, qualidade de vida, saúde, reflexões, receitas (a maioria express), viagens e produtos. 


Marrie conta que a história do Mamãe Plugada começou, na verdade, com seu primeiro blog, chamado 2 Fashion Style. “Eu já tinha um blog chamado 2 Fashion Style quando trabalhava no mercado corporativo, mas era algo bem hobbie mesmo. Quando engravidei, fiz uma planilha em Excel com enxoval e taxa de câmbio simuláveis, onde dava para verificar se financeiramente valeria a pena fazer o Enxoval fora do país. Essa planilha foi super baixada e um monte de mães começou a me ler. Nesse momento, achei que precisaria nascer um blog materno, e assim aquela Mamãe Plugada da planilha saiu do 2 Fashion Style”, diz.

Em relação aos maiores desafios que enfrenta hoje nesta “tarefa de ser mãe”, Marrie acredita que educar um ser humano em valores num mundo cada dia mais de aparências e menos essência é o mais desafiador! “Os discursos são lindos e as atitudes, péssimos exemplos. É o trabalho do beija-flor apagando o incêndio: por mais desafiador que pareça, ainda assim é preciso que façamos nossa parte”, comenta.

E o que podemos esperar da palestra da Marrie Ometto no 3º Encontro de Mães? “Quero trazer para as mães o alívio que senti ao deixar as imposições para a perfeição ‘a la’ propaganda de margarina de lado e encontrar o caminho para o essencial. Para o equilíbrio. Para primeiro você vestir-se das máscaras de oxigênio e só depois salvar quem está ao lado”, finaliza Marrie.


Não tenho dúvidas de que a participação dela no 3º Encontro de Mães será essencial! Você já garantiu seu convite pelo www.sympla.com.br? Esperamos por vocês no dia 29, a partir das 10h!


Vocês já sabem: o 3º Encontro de Mães acontece no dia 29, domingo, a partir das 10h. Com o tema “Nossos filhos, nossa prioridade”, o evento acontecerá no Mterranee e contará com duas palestras e, ainda, com a participação do cirurgião plástico Dr. Mori, e da odontopediatra Dra. Daniela Ortega.

Vale destacar que os bate-papos como Dr. Mori e a Dra. Daniela serão gratuitos!

A apresentação do Dr. Mori acontece às 14h. Ele falará sobre “Gestação - Cirurgia Plástica e cuidados”, “Pós-operatório e mitos”, “Câncer de mama e reconstrução” e estará à disposição para esclarecer dúvidas em geral sobre cirurgia plástica.

O Dr. Mori, além de um grande amigo, é um profissional qualificadíssimo, que está sempre em busca do que há de melhor no universo da cirurgia plástica e tratamento estético, visando a realização segura dos desejos e bem-estar de seus pacientes.

Já às 16h30, acontece a apresentação da odontopediatra Dra. Daniela Ortega, que falará sobre temas importantíssimos no nosso dia a dia de mãe: “Higiene oral: do bebê ao adolescente, como proceder”, “O que é cárie, como e por que é possível evitá-la” e “Quando deve ser a primeira visita da criança ao odontopediatra e por que levá-la ao dentista”.

A Dra. Daniela é especialista em Odontopediatria (UNICAMP), especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares (EAP/APCD – Piracicaba/SP), com aperfeiçoamento em Odontologia para Bebês e Gestante (EAP/APCD – Araraquara/SP).

Não dá pra perder! Será uma oportunidade incrível para novos aprendizados (o que é sempre bom nesta nossa tarefa gostosa e desafiadora de ser mãe, né?), para a troca de experiências, para conhecer novos produtos e serviços (estaremos com muitos brindes e sorteios) e, claro, para descontrair!

Lembrando que as crianças são bem-vindas no evento, já que o Mterranee estará com o Vamos Brincar 1 e o Kids and Teens funcionando com todos os monitores e vários personagens. Importante: crianças até 4 anos não pagam, mas devem ficar com a supervisão dos pais, ou seja, não poderão ficar sozinhas com os monitores.

O 3º Encontro de Mães é uma realização do Blog Mundo Mãe e conta com patrocínio e apoio de grandes empresas.


Esses dias atrás, o assunto voltou a me preocupar, já que o Luquinha, meu filho, teve febre e notei que várias outras crianças também estavam com os mesmos sintomas. O que achei mais “engraçado” é que, apesar da febre, ele continuava superdisposto... E a mesma coisa estava acontecendo com meu sobrinho (também com febre, mas disposto).

Preocupada e também a fim de buscar informações para compartilhar aqui no blog, consultei o pediatra Dr. Paulo Tadeu Falanghe. Questionei com ele se havia algum motivo para tantas crianças estarem tendo febre e como nós, mães, devemos agir nestes casos.

O Dr. Paulo explicou que, embora seja complicado generalizar, com o clima seco há mais possibilidades de viroses, que, em lugares fechados como escolas etc., têm maior chance de disseminação, principalmente em crianças de baixa idade.

Tendo esta resposta, minha grande dúvida foi: mas devemos nos preocupar? Quais providências podemos tomar?

O Dr. Paulo explicou que, de forma geral, não há maiores preocupações. Porém, febre de mais de 48 horas deve ser investigada sempre.

Então, esta é minha dica pra vocês: não se desesperem, mas, caso a febre persista, não hesitem em procurar o médico!

No caso do Luquinha, de fato, não houve maiores complicações... Ele já ficou bom!

Da série Desenvolvimento de Linguagem e suas alterações



E a casa se enche de alegria, nosso pequeno arrisca suas primeiras palavras. Seguindo-se a isso forma frases simples, compostas de duas a três palavras e quando menos esperamos está fazendo frases mais complexas e expressando seus desejos e necessidades. Mas por volta dos 3 anos algo acontece...

“- Mamãe, hoje eu, eu, eu, fuiiiii nananana escola e brinquei bastante.”

É aquele momento onde a criança quer contar alguma coisa, mas parece que algo está de alguma forma truncando a fluidez de seu discurso. Nesses momentos o importante é não se desesperar.

Durante o processo de aprendizado, seja ele qual for, vamos adquirindo conhecimento que vai se estruturando até que passe a fazer parte de nosso acervo de novas habilidades. Com a fala é da mesma forma, a criança vai adquirindo e estruturando sua linguagem e aos poucos vai arriscando-se mais e mais na grande aventura da comunicação, mas em alguns momentos isso pode falhar. Para essas falhas, damos o nome de disfluência e é preciso que fique claro que a disfluência difere da gagueira propriamente dita.

Como já disse anteriormente, as disfluências podem aparecer por volta dos 3 anos de idade e deixam de ser frequentes por volta dos 5. Elas se caracterizam por repetição de sons, sílabas ou palavras e se enfrentadas com naturalidade, passam a ser menos frequentes. Quando esse tipo de repetição começa a ser acompanhada de gestos e caretas, isso se torna um sinal de alerta. Nesse momento ou em caso de dúvida procure um fonoaudiólogo especializado para uma avaliação. As disfluências tendem a desaparecer com o tempo e a gagueira do desenvolvimento deverá ser tratada precocemente.

Tanto nos casos de gagueira quanto nas disfluências, as orientações aos pais e pessoas envolvidas no cuidado com a criança são os mesmos e logo abaixo deixo uma lista de como agir nesses casos.

1. Entender as diferenças individuais de fala, aumentar a tolerância e expressar aceitação ajuda a reduzir os medos e as frustrações com a fala disfluente;

2. Evite dizer frases como “pare”, “respire”, “fale devagar”, “tente de novo”;

3. Não demonstre pressa ao falar com a criança. Use pausas frequentes e espere alguns segundos para falar após da fala da criança. Uma conversa calma e relaxada se mostra muito eficaz;

4. Deixe a criança expressar livremente suas ideias sem apressá-la ou enche-la de perguntas;

5. Demonstre mais interesse ao conteúdo do que a criança diz do que a forma com que ela fala, para isso utilize-se de expressões faciais e corporais;

6. Ouvir é parte essencial da comunicação, assim ser ouvido deve ser agradável e recompensador;

7. Oriente todos os membros da família a escutar e esperar a sua vez de falar. Tal ação facilita o diálogo dentro de casa, o deixando mais tranquilo e auxiliando principalmente aqueles que gaguejam a realizar um discurso sem interrupções e contando com a atenção de todos;

8. Disponha de tempo para falar com seu filho e mostre que ele possui tempo para falar aquilo que deseja;

9. Evite criticá-lo, interrompê-lo, enche-lo de perguntas e falar rápido demais;

10. Deixe claro que ele é aceito como é;

11. Expresse apoio, use padrão vocal afetuoso, se aproxime, demonstre afeto, toque a criança, abaixe-se ao seu nível para conversar com ela e principalmente evite caretas de repreensão ao ouvi-la falar;

12. Não repreenda, ridicularize nem exponha a criança por causa de sua fala;

13. Não a ameace com castigos, injeções ou monstros, nem a mande parar de gaguejar;

14. Não a “ajude” a terminara suas falas, nem estimule a substituir as palavras gaguejadas por palavras fluentes. Isso aumenta o nível de preocupação com o vocabulário, aumenta a sensação de insucesso e não diminui a gagueira;

15. Reconhecer os momentos de dificuldade e deixar claro que eles são notados mas não criticados, o que demonstra a criança que o assunto não é tabu e que se pode falar sobre ele sem problemas.

Tais dicas ajudam tanto nos casos de disfluência comum na infância como nos casos de gagueira do desenvolvimento, pois entre outras coisas dão um teor mais tranquilo a comunicação no lar. A intervenção precoce na gagueira é fundamental para evitar sua evolução. Melhorar a gagueira não é uma tarefa fácil, que se realiza em pouco tempo. Para isso é necessário que na família se desenvolvam habilidades como tolerância e colaboração.

Da mesma forma, na disfluência, um ambiente colaborativo, harmonioso, tolerante e cheio de amor minimiza seus impactos e torna mais fácil a passagem por esse período.

Marina Almeida de Sá Fonoaudióloga / CRFa 2-16.210 Rua Voluntários de Piracicaba, 1185 – Bairro Alto
(19) 3433-3513/ 99201-4431
Facebook: Marina Almeida de Sá /
Instagram: fono_marina



A terceira edição do Encontro de Mães chega, mais uma vez, com o objetivo de proporcionar momentos de reflexão, a troca de experiências e a criação de novas amizades e contatos profissionais.

Com o tema “Nossos filhos, nossa prioridade”, o evento acontecerá no Mterranee e contará com duas palestras: Renata Passos, mastercoach de liderança e alta performance, trará o tema “Como ajudar seus filhos a serem realmente felizes”, e Marrie Ometto, autora do Blog Mamãe Plugada, que falará sobre “Desapareci ao virar mãe, mas reencontrei-me”.

Além das palestrantes, o encontro contará com a participação do cirurgião plástico Dr. Mori, falando sobre “Gestação - Cirurgia Plástica e cuidados”, “Pós-operatório e mitos”, “Câncer de mama e reconstrução” e esclarecendo dúvidas gerais sobre cirurgia plástica.

Já a odontopediatra Dra. Daniela Ortega, falará sobre “Higiene oral: do bebê ao adolescente, como proceder”, “O que é cárie, como e por que é possível evitá-la” e “Quando deve ser a primeira visita da criança ao odontopediatra e por que levá-la ao dentista”.

Uma novidade desta edição é que as crianças também são convidadas a participarem. O Mterranee estará com o Vamos Brincar 1 e o Kids and Teens funcionando com todos os monitores e vários personagens. Importante: crianças até 4 anos não pagam, mas devem ficar com a supervisão dos pais, ou seja, não poderão ficar sozinhas com os monitores.

O encontro contará ainda com desfile da marca infantil Green. O evento acontece das 10h às 19h, no dia 29 de outubro. A expectativa é receber cerca de 600 pessoas.

O 3º Encontro de Mães é uma realização do Blog Mundo Mãe e conta com patrocínio e apoio de grandes empresas que, inclusive, estarão expondo e dando brindes durante o evento.

Garanta sua Vaga:



Já teve algum momento em sua casa em que as crianças começaram a fazer perguntas demais – algumas, inclusive, nada fáceis de responder?! “Por que as pessoas ficam doentes?”, “por que aquela pessoa mora na rua?”, “por que você pode ficar acordada até tarde e eu, não?”, “por que ele foi para o céu?”, entre muitos outros questionamentos diários.

A psicóloga Aline Teixeira comenta que não existe uma idade específica para as perguntas começarem a surgir. “A partir do momento em que a criança começa a ter a chamada ‘explosão’ da linguagem, que pode ocorrer entre o 18º e o 24º mês de vida, os pais já podem ficar preparados para os questionamentos”, diz.

“Devemos considerar, para o desenvolvimento da linguagem e grau de complexidade das perguntas: o meio em que a criança está inserida, as atividades de aprendizagem que são proporcionadas a essa criança, resposta constante dos pais sempre que a criança pronuncia alguma nova palavra e dos materiais educativos disponíveis (brinquedos e livros adequados a cada faixa etária). Essas atividades proporcionam à criança as bases para a aprendizagem da fala e também para a alfabetização que vai acontecer mais tarde, por volta dos seis anos”, acrescenta a psicóloga.

Mas como lidar com tantas perguntas? O que nós, pais, podemos e/ou não devemos fazer?

Aline responde que os pais devem lidar com as perguntas da forma mais natural possível, procurando adequar as respostas de acordo com o universo infantil. Algumas orientações neste sentido, de acordo com a psicóloga, são:

- Não utilizar palavras muito complexas e de difícil entendimento, o que poderia dificultar a compreensão por parte da criança. Prefira palavras fáceis e lúdicas.

- Uma dica importante quando perguntas sérias ou delicadas surgirem é investigar o que a criança sabe sobre aquilo e, a partir daí, os pais devem encontrar uma maneira de responder sem enganar a criança, contornando o que acreditam que não pode ser dito. “Quando uma criança faz um questionamento, isso pode denunciar sua inquietação com o tema, portanto, quanto mais direta e esclarecedora for à resposta, mais a criança ficará satisfeita e tranquila”, destaca a psicóloga. 

- Se notar que não conseguirá dar uma resposta na hora, diga à criança que precisa pensar e voltará a falar sobre o assunto mais tarde. “Mas ,não deixe a criança sem resposta, isso poderá causar ansiedade no pequeno, que pode buscar outras formas não confiáveis de se informar”, acrescenta Aline.

Mas, a partir de que idade esta “fase das perguntas” costuma cessar? Aline destaca que a criança faz perguntas para conhecer o universo em que está inserida. “Se pensarmos que, mesmo quando adultos, ainda continuamos perguntando, a resposta seria que essa fase nunca cessará. No entanto, pode ocorrer a diminuição dos questionamentos por volta dos 10 a 12 anos, onde a criança começa a criar o seu próprio círculo de amizades e a participação num grupo de amigos passa a ser de maior importância do que a presença dos pais. A criança começa a se comunicar com pessoas da mesma idade, acreditando que os seus questionamentos serão supridos pelo grupo. Nesse momento, os pais devem estar mais atentos aos comportamentos apresentados do que à fala propriamente dita”, explica a psicóloga.

Vale reforçar que, por mais difícil que possa parecer responder a alguns questionamentos, é muito importante estarmos à disposição das crianças e estimularmos sempre o diálogo com nossos filhos. E vocês, como costumam lidar com as perguntas?

Durante o processo de desenvolvimento de linguagem dos nossos filhos, surgem muitas dúvidas sobre o que devemos esperar. É claro que não podemos perder de vista o fato de que cada criança se desenvolve no seu tempo, e como gosto de dizer, “criança é como pipoca na panela, cada uma estoura em um momento”.

Mas quando aparecem dúvidas sobre o que é esperado ou não na fala de nossos filhos, as comparações são inevitáveis e os palpites também. Por esse motivo trago abaixo uma tabela simples que servirá como referência para entendermos qual seria o desenvolvimento esperado para cada idade.


DESENVOLVIMENTO DE LINGUAGEM



IDADE


EXPRESSÃO


COMPREENSÃO



FONEMAS
ADQUIRIDOS


SINAIS DE ALERTA




0-6
MESES

Apresenta choro diferente para cada uma de suas necessidades; produz vogais prolongadas e logo inicia-se o balbucio. Dá gargalhada.


Reconhece seu nome e reage a diferentes estímulos sonoros. Observa e sorri quando alguém fala com ele. Atento aos sons, se acalma com a voz da mãe.





-


Não estabelece contato visual. Não reage a sons e não sorri.



6-12
MESES

Encontra de onde vem o som; imita sons; repete e começa a dizer as primeiras palavras.


Compreende o nome dos objetos; tem percepção das expressões faciais; compreende ordens simples; Imita a ação de outras pessoas.





-

Não reage ao seu nome e a sons diversos; pobre produção de sons.


12-18 MESES

Expressa suas necessidades usando uma palavra e possui vocabulário de aproximadamente 20 palavras.


Repete o que escuta; identifica partes do corpo; reconhece entre 50 e 75 palavras




-


Não produz palavras isoladas e nem reage a estímulos.



18-24
MESES

Começa a combinar duas palavras; fala seu  nome; usa aproximadamente 50 palavras; muito do que diz é incompreensível.


Segue instruções com até dois comandos; entende perguntas simples; entende cerca de 300.




B, M

Vocabulário reduzido; não compreende ordens simples.






2-3
ANOS

Produz frases simples; usa uma média de 500 palavras; possui linguagem telegráfica como “nenê qué papa”;
pode apresentar gaguez natural; já é possível entender tudo o que a criança fala, embora ainda conjugue errado.


Compreende preposição dentro/fora e perguntas como quem, qual, onde; compreende até 900 palavras.


2 anos:

P, T, D, N

2 anos e meio:

K, G, NH



Vocabulário reduzido; não compreende ordens simples.




3-4
ANOS

Conhecida como a idade dos “porquês”; inicia a conversa; usa plural; inventa história; usa cerca de 800 palavras; fala de acontecimentos no passado.


Entende aproximadamente 1200 palavras; possui noções de manhã, tarde e noite e conceitos de espaço como em cima/em baixo; começa a prender conceitos abstratos.


3 anos:

F, V, S, Z

3 anos e meio:

X, J, R (rato)





Faz um maior uso de gestos em relação ao uso de palavras; discurso de difícil compreensão.
4-5
ANOS

Usa de forma inconsistente verbos e plurais irregulares; usa cerca de 1700 palavras em frases complexas; possui capacidade de falar corretamente.


Apresenta atenção a conversas, histórias e filmes; compreende cerca de 2700 palavras.

4 anos:

L, LH,
R (carinho)

4 anos e meio:

Encontro consonantal
(prato/planta)

5 anos:

Aquisição completa.


Não faz questionamentos; não descreve acontecimentos; troca sons na fala.





No aparecimento de quaisquer dúvidas quanto ao desenvolvimento de fala de seu filho, procure um fonoaudiólogo especializado.

Marina Almeida de Sá Fonoaudióloga / CRFa 2-16.210 Rua Voluntários de Piracicaba, 1185 – Bairro Alto
(19) 3433-3513/ 99201-4431
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Você já notou que, em determinada fase, seu filho estava mentindo demais?! Não se assuste, isto acontece em muitas famílias e o mais importante de tudo é sabermos como encarar o problema!

Já passei por isso, o que me motivou a pesquisar mais sobre o assunto. O primeiro passo foi entender POR QUE a criança mente. Pois, nós, adultos, ao nos depararmos com uma mentirinha logo pensamos nas “mentiras dos adultos”, aquelas associadas à falta de caráter, inaceitáveis etc.

Mas, o ponto de partida é sabermos que, para a criança, isso é diferente! A criança normalmente mente com a intenção de “fazer o que quer sem desagradar o adulto”. Por exemplo: diz que já almoçou, que já tomou banho ou fez a lição etc. Faz isso porque não quer fazer essas coisas, mas sabe que será cobrada pelos pais e não quer chateá-los.

Quando passei a olhar as mentiras dessa perspectiva, muita coisa mudou na minha cabeça! Mas isso não significa, claro, que devemos “aceitar as mentiras” e “achar tudo lindo”.... Devemos ter esta aceitação (de que a mentira da criança é diferente da mentira do adulto e de que a mentira da criança tem uma “necessidade” por trás) para, então, entendermos melhor nossos filhos. É preciso que a gente reflita: como estamos ouvindo as necessidades deles?

É claro que ações como “tomar banho”, “escovar os dentes”, “comer” etc., não são “negociáveis”! É preciso que, aos poucos, a gente vá explicando isso para a criança (agora que temos em mente que muitas mentirinhas são contadas para evitar fazer essas ações sem chatear os adultos).

Mas num dia, por exemplo, em que a criança está sem fome, não quer almoçar e usa essa mentirinha do “já comi”... Será que não podemos ser mais maleáveis? Podemos dizer, por exemplo: “ah tudo bem se você não quer comer comida, mas então vamos comer só uma frutinha?!”. 

É preciso que a gente tenha certa maleabilidade! Desta forma, a criança tende a confiar mais em nós, sabendo que será ouvida, e a comunicação passa a ser bem melhor entre pais e filho!

A mentira também pode aparecer quando a criança tem medo dos adultos, quando sabe que receberá broncas muito grandes, agressivas... Então, a fim de evitar esses momentos, ela mente, dizendo, por exemplo: “não mexi em nada”, “não fui eu que quebrei”, etc.

E o que podemos fazer neste caso? Mais uma vez avaliarmos nossa escuta, nossa comunicação com a criança. Será que não precisamos ser mais calmos, mais abertos ao diálogo? Pois, quando a criança tem a garantia de que nós receberemos “de forma calma” as notícias, ela “se mostra”, tem coragem de enfrentar as situações, vai se tornando cada dia mais uma “criança transparente”.



Então, se notou que seu(ua) filho(a) está numa fase de contar várias mentirinhas, tente avaliar a questão por esta perspectiva... Pense em como está a comunicação entre vocês e o que pode ser melhorado! Não leve tais mentiras tão a sério, lembrando que “mentira de criança é diferente da mentira do adulto”, mas também não as ignore, pois elas podem estar nos passando um sinal importante!


Tem dias que fico triste quando elas estão brigando. Sei que é normal irmãos brigarem, mas tem dias que fico triste mesmo. Acho que não deveria ser assim. Já aprendi a não me envolver. Em minutos está tudo bem.

Outros dias, a bagunça dos quartos chega ao limite. Dou bronca, saio tirando tudo dos armários e pedindo pra arrumar direito. Ainda fico impressionada em como conseguem bagunçar tanto em tão pouco tempo. Dez minutos depois que chegaram da escola, reviraram a sala, o quarto e qualquer lugar por onde passaram.

Quando vamos sair, é sempre aquele chamar sem fim. Nunca. Nunca. Nunca minhas maquiagens estão no lugar.

Agora, a cada dia uma delas sai com uma de minhas blusas. Não tenho mais metade dos brincos. Roupa de academia? É só procurar nas gavetas delas.

Secador? Escova de cabelo? Essa eu tenho vontade de colocar uma corrente...

Carro arrumado?

Na hora de lavar louça, elas fazem conta exata de o que cada uma vai fazer. Nem um copo a mais. Cada tarefa é dividida em frações. Nem que seja pra lavar o copo pela metade. Dizem que o que é certo, é certo!

E quando uma pega a roupa ou o tênis que a outra queria usar, então? Nem Maria Betânia, com aquele vozeirão, chega aos pés. Rola um barraco. As 6 da manhã. As 6 da tarde. Meia-noite. Sempre com aquela promessa que "nunca mais... você vai pegar algo meu "...

Sei que um dia , tudo isso será memória.

Sei que um dia, elas acharão graça de tudo isso.

Sei que um dia, as confusões irão terminar e cada coisa irá voltar para o seu lugar.

Também sei que logo, minha casa vai ficar impecável.

Que ninguém irá bagunçar nada.

Que ao final do dia ela estará como no começo!

Que minhas roupas e maquiagens serão só minhas.

Que minha escova estará no mesmo lugar. Como a louça sem lavar.

Neste dia, TENHO CERTEZA, que meu "coração vai chorar" de saudades de cada coisa que escrevi aqui.

Vai olhar pra aquele ninho vazio e sentir todo o espaço que já foi ocupado.

Vou chorar e pensar que eu poderia ter aproveitado mais e me preocupado menos.

Ter dado mais risada e bronca de menos.

Mas tenho certeza que estarei cheia de ESPERANÇA.

De ver minha casa cheia novamente. Mais brigas. Mais bagunça. Estarei esperando os NETOS chegarem!

O ponto mais alto da felicidade, no meu ponto de vista. O maior dos privilégios!!!

E quando eles chegarem, que comece tudo outra vez.

Ideia sensacional de Deus é família!!! Geração após geração... tudo perfeito... mesmo no meio da bagunça!!!

Coach Renata Passos
Facebook: Renata Passos

Instagram: Coachrenatapassos

Embora a maioria das pessoas já saiba que este é um grande mito, algumas mães ainda se preocupam com o assunto, por isso, é sempre válido reforçar alguns pontos: não, não existe “leite fraco”!

O leite materno é o alimento mais completo e nutritivo para o bebê, tanto que exclui até mesmo a necessidade de oferecer água e outros tipos de leites até o bebê completar seis meses! (Qualquer particularidade será orientada pelo médico).

Curiosa sobre a “força” que este mito tem até hoje, quis pesquisar um pouco sobre o assunto. Afinal, de onde e por que surgiu este mito de que existe “leite fraco”?! 

Vale destacar que, quando os europeus chegaram para colonizar o Brasil, a amamentação não era valorizada, e esta era uma prática bem estabelecida entre as índias. As “regras” utilizadas naquela época, sem embasamento nenhum, foram por muito tempo “transmitidas” e, ainda hoje, algumas infelizmente geram dúvidas.

Alguns exemplos: acreditava-se que era preciso determinar horário das mamadas, que era necessário amamentar em ambas as mamas por vez etc. E o pior de tudo: diante do insucesso de amamentação de muitas mulheres na época e, sem explicações para isso, toda “culpa”era da mãe e do “seu leite fraco”.

Dessa maneira, o mito do leite fraco foi enraizado na cultura brasileira e deixou um pouco de sua herança. Porém, nos dias de hoje, existe também uma preocupação crescente por parte dos profissionais da saúde e também dos meios de comunicação em esclarecer as mais variadas questões relacionadas à amamentação e à maternidade de uma forma geral... Com isso, as pessoas estão cada vez mais informadas e vão, ainda que aos poucos, se livrando de mitos como este.

Hoje já se sabe, aliás, que, para a maioria das situações que dificultam uma amamentação, já existe uma solução! Dessa maneira, a tendência é que este e outros mitos relacionados à maternidade percam cada vez mais a força, permitindo que as mulheres vivam esta fase como ela realmente deve ser: de maneira natural, sem grandes “fantasias de que tudo é perfeito”, mas também sem “neuras” e “desinformações”.

Sobre outros mitos

Infelizmente, o mito do “leite fraco” não é o único quando o assunto é amamentação. Abaixo você confere o esclarecimento de outras questões importantes!

- Existem posições “certas” para a amamentação correr bem?

Clery Gallacci, neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, destaca que, para amamentar, a mamãe precisa estar simplesmente em uma posição confortável e o bebê deve conseguir abocanhar toda a aréola, fazendo estímulo para a produção do leite.

- Amamentar ajuda a perder peso?

Sim, amamentar costuma ajudar a mulher a retornar ao peso de antes da gravidez. Clery explica que o ato de amamentar estimula a produção de alguns hormônios que incentivam a contração uterina. “Dessa forma, o útero volta mais rapidamente ao tamanho natural no pós-parto. Além disso, o gasto energético que a mãe tem durante a amamentação auxilia na perda de peso”, diz.

- A amamentação prejudica o seio da mulher?

Hoje, já se sabe que, com uma boa preparação e cuidados durante o pré-natal, é possível evitar as lesões nos mamilos. Mas, explica Clery, ainda que isso aconteça, é importante que a mulher vá até um serviço de saúde buscar orientações.

- A fase de amamentação exige higienização específica das mamas?

Clery destaca que a higienização das mamas pode ser feita normalmente durante o banho diário.

- Existem dicas que contribuam para manter a produção de leite?

Sim. As orientações são: manter uma alimentação balanceada, não fazer dieta para redução de peso nesta fase, repousar e amamentar com frequência.