8 dúvidas e medos que os pais de primeira viagem costumam ter

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A chegada do primeiro filho, por mais que seja um momento de grande alegria, é acompanhada de certo medo, dúvidas e insegurança. Mas, é claro, isso tudo é normal!

É fundamental, porém, evitar o desespero (e a paranoia)! E a melhor maneira de se fazer isso é buscando sempre informação verdadeiramente especializada. 

Afinal, desde o momento que o casal comunica que deseja engravidar ou anuncia a gravidez, costuma ser bombardeado com informações e conselhos (muitos, falsos) e até algumas “histórias tenebrosas”. Por isso, a dica geral é não entrar em pânico e procurar sempre referências confiáveis quando estiver em dúvida.

Para descontrair e também para saber um pouco mais, confira abaixo uma lista com alguns dos medos e das dúvidas mais frequentes entre pais de primeira viagem:

1 - Vou conseguir criar um bebê?

O tempo que o bebê está na barriga da mãe é justamente o período ideal para que os pais se preparem para recebê-lo com todo amor e maturidade!

2 - Será que ele vai se alimentar bem?

As visitas regulares ao pediatra nos primeiros seis meses de vida da criança são exatamente para, entre outras coisas, se observar o crescimento do bebê. O pediatra também orientará os pais sempre quanto à melhor maneira de alimentar a criança. 

3 - Será que vou conseguir amamentar?

Este é um tipo de medo que pode ser trabalhado a partir da busca de informações, cursos e grupos de gestantes. A amamentação, naturalmente, vai exigir paciência, persistência, dedicação, por isso a mãe deve estar disposta, e isso não é instantâneo como pode parecer, é um aprendizado!

4 - Meu leite pode ser fraco?

Este é um grande mito. “É comprovado que não existe leite fraco. A maior parte das mulheres é capaz de produzi-lo em quantidade e qualidade suficientes. O importante é o posicionamento correto do bebê durante a amamentação, abocanhando completamente o bico do peito. Outra dica para manter a produção constante do alimento é a ingestão de 4 litros da bebida por dia, em média”, comenta Luciana Santos, enfermeira da Criogênesis, clínica referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco e ginecologia de São Paulo.

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5 - Será que ocorrerá tudo bem com o parto?

É normal que o casal tenha esse tipo de preocupação, especialmente no caso da mulher. Por isso, a dica é que ela, acompanhada do seu parceiro, se prepare para o parto através da busca de informações (em grupos e cursos para gestantes, psicoterapia etc.). 

Com conhecimento acerca de todo o ciclo gravídico-puerperal, tudo tende a ser mais fácil, e a mulher se sentirá mais tranquila e saberá lidar com qualquer tipo de medo.

6 - E se o bebê passar mal durante a noite e nós não acordarmos?

É comum este tipo de insegurança entre os pais de primeira viagem, mas, a melhor maneira de se tranquilizar em relação a isso é conversar com o pediatra e tirar todas as dúvidas (por mais que pareçam insignificantes). E fundamental também ter pensamento positivo e não ficar pensando nesse tipo de coisa. Ser cuidadosa, sim! Mas ser “paranoica”, não!

7 - O bebê sempre vai acordar à noite para mamar?

Luciana comenta que principalmente nos três primeiros meses, o bebê acordará três ou mais vezes à noite para mamar. “Pois o seu estômago é proporcional ao seu tamanho e, em pouco tempo, ele sentirá fome. Em algumas ocasiões, o bebê vai querer comer de hora em hora ou a cada duas horas. Com o passar do tempo, as mamadas acontecem com intervalo de três horas”, diz.

8 - Preciso fazer o bebê arrotar a cada mamada?

Luciana destaca que nem sempre que o bebê mama, o arroto acontece. “Este processo só ocorre se, durante a sucção do leite, a criança engoliu ar. No entanto, se a criança toma mamadeira ou sofre de refluxo, deve-se segurá-la por alguns minutos na posição vertical (em pé) antes de colocá-la no berço. É desnecessário bater nas costas do pequeno para estimular o arroto”, diz.

Essas são algumas dúvidas comuns, mas, muitas outras podem surgir na cabeça dos pais de primeira viagem – e isso, é claro, é totalmente aceitável, já que eles estão passando por uma experiência nova e muito importante.

O essencial é que, juntos, eles sempre busquem se informar da melhor maneira possível, fugindo “do sensacionalismo”, dos “palpites desnecessários” e focando sempre nas informações passadas por profissionais de confiança!

Neste sentido, fazer um curso de gestante, se possível , é sempre uma ótima dica para as mamães!